História Mortal: Nasceu em uma fazenda em Hiy em família abastada, e recebeu o nome de Irina.
A menininha ruiva e de olhos verdes foi escolhida pelo sobrenatural- tinha visões, ouvia vozes, movia objetos e fazia previsões. Mas, sempre colocava a “culpa” numa amiguinha, que ninguém mais podia ver. Vampire, por E. Munch (1895).

Os pais foram aconselhados a mandar a filha
o quanto antes para o internato, onde as religiosas poderiam encaminhar “os poderes” da pequena para o caminho do bem. Então, aos 5 anos, Irina foi mandada para o internato. As visões continuaram, mas gradualmente assumiram um imaginário religioso.Irina não mencionou mais a amiga imaginária, e aos poucos começou a gostar da vida no internato. Fez amizades, e sob a tutela de Héloïse , a mais alta sacerdotisa, Irina recebeu uma educação superior e esmerada.

Quando completou 18 anos, Irina poderia ter feito os votos e permanecido no claustro. A família, porem, já tinha um noivo para ela. Sem escolhas, a jovem deixou o único lugar que lhe era familiar. Daí em diante, a história de Irina tomou um rumo inesperado, estranho e com toques macabros.

Descrição psicológica: Irônica, quase sempre caustica. Ela tem alucinações- principalmente visões e vozes- e as vezes é impossível saber se ela está lúcida ou alucinando.Os seus poderes telecinéticos aumentaram com abraço. Sente prazer em sentir e provocar dor, mas não é exatamente má. É direta, e raramente manipula as pessoas. Tem ódio dos homens
(a única exceção é Nihal ), e normalmente os mata pra se alimentar .

Estilo de vida não-mortal: Prefere um estilo de vida marginal, underground e alternativo; fez da cidade velha de Fobos o seu domínio. Está pouco se lixando para as regras dos mortais e dos outros vampiros. Nihal e Héloïse são os únicos que podem convence-la e influencia-la, são os
únicos vampiros que Ileluska respeita e confia.

Descrição física, após o abraço: Jovem, deve ter uns 20 anos . Estatura mediana, muito magra. Olhos verdes. Cabelos ruivos. Normalmente veste uma regata preta, e é possível ver algumas cicatrizes nos braços e mãos. Veste também uma calça jeans enorme e mais do que surrada, coturnos pretos e bem gastos. Uma gata siamesa sempre a acompanha.